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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Castração a Preço de Custo

No Hospital Veterinário da UFBA foi iniciado no mês de Maio um projeto de castração que inicialmente contempla gatos e cães machos, nesse convênio a UFBA entra com a anestesia e o proprietário paga uma taxa de R$ 40,00 de custos com materiais. A castração ocorre no Hospital Veterinário, na Ondina ás Terças/Quartas e Quintas. 


Agendamento: castracaoanjosdosanimais@gmail.com (Grupo Anjos dos Animais)

Se lhe interessar, encaminhe os dados abaixo:

Nome do Proprietário:
Telefone para contato:
Email para contato:
Nome do Animal: 
Especie do Animal (Cão ou Gato):
Idade do Animal:


Vale lembrar que o animal necessita está em jejum de 12 horas. Favor encaminhar um email se houver necessidade de desmarcar a castração com no minimo 24 horas.

A taxa de R$ 40,00 deve ser paga na recepção do Hospital Veterinário antes da castração no dia AGENDADO. O proprietário tem que ficar aguardando o animal até o mesmo ser liberado.

Endereço: Av. Adhemar de Barros, 500 - Ondina  Salvador - BA, 40170-110

Ao chegar, ir na recepção a avisar que é do Programa de Castração da Professora Doutora Vivian. 

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Outras opções:

Célula Mãe: Oi:71 8690-2733,  Claro: 71 8179-7576

Castração ABPA/BA :  castrar@abpabahia.org.br

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Denúncia de Maus Tratos em Salvador

A vereadora de Salvador, Ana Rita Tavares (PV), imbuída a melhorar as condições dos animais de rua da capital baiana, decidiu criar um e-mail exclusivo para denúncias.


sexta-feira, 24 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

Tratamento com Células-tronco em animais


Um tratamento com células-tronco feito no hospital veterinário do Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Basto (Unifebo), em São João da Boa Vista (SP), tem curado cães com cinomose, uma doença degenerativa que deixa sequelas e pode até matar o animal.
A cadela Vilma de 3 anos ficou tetraplégica por causa da doença, que é altamente contagiosa. “Ela foi parando de andar, foi piorando, só levantava a cabeça e não tinha mais estímulo nenhum”, disse a dona, a educadora física Sabrina Silva.
Ela perdeu peso e teve feridas no corpo, porque só conseguia se movimentar rastejando. Depois do tratamento com células-tronco, entretanto, o animal voltou a andar. Na medicina veterinária, outras doenças já são curadas desta forma, mas pela primeira vez, pesquisadores usaram as células para tratar a cinomose.
“Fizemos três aplicações, com um intervalo médio de 30 a 40 dias entre uma aplicação e outra. Com duas aplicações, a Vilma já começou a dar seus primeiros passos e com a terceira ela já estava andando normalmente”, afirmou a pesquisadora Michele Andrade de Barros.

No caso desta cachorra, a pesquisadora usou células tronco de outro animal e aplicou direto na veia. Esse não é um caso isolado, o tratamento foi aplicado em outros cães com a mesma doença e o resultado sempre foi positivo. “Muitas vezes o proprietário não tem condições de cuidar de um cachorro tetraplégico ou paraplégico e eles acabam optando pela eutanásia”, falou Michele.
Para a professora do curso de veterinária da Unifeob Maria Lúcia Marcucci, a novidade é uma evolução na veterinária, já que essa doença é muito comum e só há 5% de chance de cura.
“A terapia com células tronco na veterinária não encontra tanto entrave em relação à ética, como na medicina humana. Então as pessoas que fazem essa terapia tem essa disponibilidade de poder aplicar clinicamente, ver o resultado. Então esses resultados podem ser transpostos para as pesquisa em humanos”, argumentou.
A vacina é a única forma de prevenção da cinomose, que deve ser aplicada nos três primeiros meses de vida do animal e depois uma vez por ano.